quarta-feira, 7 de julho de 2010

Em busca da sobrevivência

Não estava com vontade de fazer a tarefa de língua portuguesa e comecei a folhar o livro didádico, quando me deparei com uma imagem que me chamou a atenção: uma tartaruga-verde na praia, rastejando até o mar. Comecei a pensar na vida, na luta de muitas pessoas para permanecerem vivas, e nas mães.
As tartarugas desovam na praia e seus filhos nascem ali, sozinhos no meio do nada. Lembrei das mulheres que engravidam acidentalmente e pensam loucuras para livrarem-se do bebê indesejado. Sei que é da natureza das tartarugas "abandonarem" seus filhotes, deixando os ovos na praia e voltando para casa, mas não é difícil assemelhar essa situação a algumas atitudes humanas. Aborto é algo terrível, mas dar a luz a uma criança e não cuidar dela também é, então esta se encontra na mesma situação da tartaruguinha: elas vão aprendendo a "se virarem sozinhas", vão descobrindo o mundo e se adaptando a ele, com a diferença que a criança mora com a mãe, tem comida e moradia, enquanto nem isso a tartaruga tem, e é obrigada a correr atrás sozinha.
O fato é que chega um dia em que todos nós temos que aprender a enfrentar as dificuldades do mundo em que vivemos, mas a maioria de nós recebe o apoio e o auxílio dos pais, e os que não recebem são as tartarugas bebês da nossa sociedade.

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