segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Diário de Viagem: São Paulo (3º dia)

Oi, gente!

Parece que eu fiquei só dois dias em São Paulo, né? Mas eu tenho mais dois pra escrever ainda.
E eu podia inventar mil desculpas pela enrolação, mas na maioria foi preguiça mesmo. Mas eu vou terminar porque foi um feriado mágico e maravilhoso e cheio de fotos!

Foi há um mês. O show foi no feriado do dia 07, então agora vou falar do dia 08.

Fomos passear nos bairros centrais de São Paulo. Começamos pela Liberdade, que é um bairro de cultura japonesa, cheio de lojinhas de bugigangas eletrônicas etc. O que eu mais gostei foi da decoração. Os postes das ruas não eram como os que a gente sempre vê por aí. Eram postes vermelhos com lâmpadas bonitinhas num estilo bem oriental.

Rua na Liberdade

Nós entramos nas lojinhas, andamos pelas ruas com os postes bonitinhos, tiramos foto de cima de um viaduto, e até encontramos um mini parque com um laguinho cheio de peixes. Mas, sinceramente, não tem nada muito turístico ou ~badalado~ por lá. Foi um passeio bem tranquilo. E então seguimos para a Sé.

Chegando lá, logo vimos a Catedral da Sé. Ela me lembrou muito da Catedral de Notre Dame. O Caio disse que é o estilo gótico, que prevalece em ambas.

Catedral da Sé

Entramos na catedral e ela era linda por dentro também. Grande e com lindos vitrais bem coloridos, como toda igreja que é o marco de uma cidade tem que ser. Saímos e tiramos umas fotos na Praça da Sé. Coisa mais linda aquele corredor de palmeiras bem em frente à catedral. Realmente um lugar muito bonito de se conhecer.

Praça da Sé

Fomos descendo as escadinhas da igreja e andando pelo pátio que tem em meio às palmeiras, e lá no meio havia um monumento representando o marco zero da cidade. Aí eu lembrei como essa praça era importante para a cidade de São Paulo. Mas o que eu mais achei interessante no monumento é que tinha um pequeno mapa esquemático mostrando o que há em cada direção, e em suas laterais tinham símbolos de cidades e estados que cercam São Paulo. Eu logo vi um pinheiro lá e fiquei toda feliz porque né, sou pouco ""patriota"" (vocês entenderam o que eu quis dizer).

Marco Zero de São Paulo

Paraná  

Ah, outra coisa muito legal que encontramos foi o sinaleiro para pedestres. Ao invés do tradicional símbolo de uma pessoinha, tinham desenhos da Catedral da Sé, um no vermelho e outro no verde. Eu achei muito criativo e divertido, além de ser muito fofo porque era uma mini catedral.

Semáforo na Praça da Sé

Enfim, fomos andando pelo centro, desesperados por um lugar para comer. Almoçamos em um restaurante pequeno porém muito gostoso em meio a muitas lojinhas, numa rua que não me lembro o nome. Depois fomos até a Galeria do Rock, que no primeiro andar parecia mais Galeria do Rap, mas depois fomos subindo e tinham muitas lojas de camisetas e artigos de rock. Porém ficamos chateados porque eu queria camisetas das duas bandas que eu fui ver no festival, Shinedown e Black Stone Cherry, mas é claro que não tinha em nenhuma loja :( O Caio queria um enfeite de caveira e nós também não encontramos. Ficamos bastante frustrados, mas para quem gosta de comprar camisetas de bandas (que tenham lá) é um ótimo lugar.

Galeria do Rock

Andando pelas ruas do centro, encontramos duas coisas que queríamos muito experimentar: Dolly Guaraná e Guaraná Jesus! O Dollynho eu já esperava encontrar, mas o Guaraná Jesus rosa do Maranhão!!!! Enfim, óbvio que compramos ambos e, sinto muito por partir os corações de vocês, mas os dois são horríveis.

Para terminar o passeio, fomos num dos bares mais famosos da cidade, na icônica esquina da Av. Ipiranga com a Av. São João, imortalizada na música Sampa, de Caetano Veloso. O Caio me mostrou a música quando estávamos no bar e foi lindo. E foi lá que eu consegui tomar um chopp inteiro sozinha pela primeira vez (eu odeio chopp), mas né... chopp Brahma, no bar Brahma, em São Paulo, a gente acaba gostando.

"Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruzo a Ipiranga com a Av. São João"

Enfim, é isso. Depois fomos para o hotel maravilhoso, comemos McDonald's e fomos dormir felizes, sabendo que no dia seguinte ainda tinha mais São Paulo nos esperando!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Diário de Viagem: São Paulo (2º dia) - Maximus Festival

Oi, gente!

Segundo dia de viagem, dia de festival!

Acordamos cedo, tomamos café e fomos de Uber até Interlagos (agradecemos todos os dias pela existência do uber em SP porque salvou nossas vidas).

Chegando lá, entramos e demos uma volta para conhecer o lugar. Tinham três palcos. No menor deles estavam rolando uns shows de bandas nacionais que não nos interessavam, então ficamos passeando até começarem os shows nos outros dois palcos, que eram intercalados. Tinham muitas barraquinhas de comidas e bebidas, e também de camisetas e lembranças do festival, além de outros acessórios bonitinhos como pulseiras e colares.

Palcos Rockatansky e Maximus (Foto: Maximus)

O primeiro show foi da banda Steve N' Seagulls, uma banda muito legal que faz covers de rock e metal numa versão country. Nós assistimos de longe e nos divertimos muito com o ritmo das músicas. Eles fazem versões realmente incríveis para músicas famosas que nós jamais imaginaríamos escutar de outra maneira. Aqui um exemplo porque é muito legal.

Steve N' Seagulls (Foto: Maximus)

A segunda banda, Hollywood Undead, nós não demos muita bola (eu achei uma bosta) e ficamos assistindo de longe, nos mantendo em frente ao palco da esquerda, onde seria o próximo show, que era o que eu estava esperando ansiosamente por muitas semanas.

A terceira banda era a que eu mais queria assistir, Shinedown. Infelizmente, o show foi extremamente frustrante. Atrasou uns vinte minutos porque os caras que estavam passando o som demoraram pra dar o ok e deixar a banda entrar, e mesmo com essa demora toda, quando o Brent começou a cantar a primeira música, não saía porra de som nenhum do microfone dele! Eles terminaram a primeira música e o vocalista desceu do palco e foi até a caixa de som que fica atrás da multidão para tentar resolver o problema. Ouvir a voz dele por uns dois segundos encheu nossos pobres corações de esperança, mas logo o microfone parou de funcionar de novo. Além da guitarra não estar funcionando o tempo todo também. Resumindo, eles tocaram quatro músicas só com baixo e bateria, e deixaram por isso mesmo. Eu fiquei sem saber se a culpa era da equipe da banda ou do festival, mas considerando os shows seguintes, tenho certeza que o problema foi da equipe do Shinedown e eu fiquei extremamente decepcionada. É uma das bandas que mais gosto na vida, e agora o que me resta é esperar a oportunidade de um outro show. Um no qual os equipamentos funcionem :(

Em seguida foi a vez do Hellyeah. Não acompanhamos o show todo, e no meio encontramos uma amiga minha de muitos anos que conheci na internet. Foi muito legal conhecer ela e o namorado pessoalmente em um dia tão especial. Quando a banda estava quase terminando o show, tocaram a música que meu namorado estava esperando, aí ele e o namorado da minha amiga foram para o meio da multidão.

A banda seguinte era outra que eu estava ansiosa para ver, Black Stone Cherry. Eles chegaram com tudo e abriram o show com a música que eu e o Caio mais gostamos, Me and Mary Jane. Foi a primeira música do BSC que ele me mostrou e fez eu me apaixonar pela banda na hora. Depois eles tocaram outras músicas que eu também adoro, como Blame it on the Boom Boom e In My Blood. A presença de palco do Chris Robertson foi sensacional e ele fez todo mundo cantar junto. Para mim, o melhor show do festival. Só quero mais.

Black Stone Cherry (Foto: Maximus)

Em seguida, Halestorm, uma banda que não nos interessava e ficamos ouvindo de longe (porque né, não tinha como não ouvir), esperando a próxima que o Caio tanto adora.

Então veio o Bullet For My Valentine. Eu só conhecia a banda de nome, então fiquei meio perdida nas músicas, e também um pouco assustada com os cavalos fazendo mosh na nossa frente. Eles não sabiam brincar de ir em show, sabe? Não era aquela rodinha legal onde todo mundo pula, eles estavam literalmente se estapeando, bem na minha frente. Mas enfim, eu foquei no show e foi muito legal. A parte que eu mais gostei na verdade foi poder estar lá com o Caio porque sei que é uma banda muito especial para ele.

Logo depois veio o Disturbed, uma das bandas mais aguardadas do dia. Nós não conseguimos nos enfiar na multidão de jeito nenhum porque estávamos no palco ao lado até o fim do show do BFMV, então assistimos de longe, mas mesmo assim foi incrível. O Caio já havia me mostrado algumas músicas e eu tinha gostado, e a voz do vocalista ao vivo foi de arrepiar, principalmente no cover de Sound of Silence.

Em seguida veio o Marilyn Manson. Eu tinha ouvido músicas dele e não gostado, mais por causa dos clipes eu acho, do jeito esquisitão dele. Aí ele entrou no palco de paletó e barba e eu fiquei confusa. Mas o show foi ótimo. Se tem uma coisa que ele sabe é se apresentar. A cada uma ou duas músicas ele trocava uma peça de roupa ou levava um acessório para o palco, foi uma encenação incrível. É claro que ele estava extremamente drogado, mas de um jeito ou de outro ele sabia o que estava fazendo. Quando ele entrou no palco usando muletas, o Caio ficou louco, dizendo que fazia parte do clipe da música Sweet Dreams. Esse cara é bom no que faz.

Marilyn Manson (Foto: Maximus)

A atração mais aguardada da noite era a alemanha Rammstein. Nem eu, nem o Caio gostamos da banda, mas ficamos para ver a abertura do show, que dizem ser sempre épica. Realmente, foi uma belíssima abertura. Então nós acompanhamos a primeira música e fomos embora. Exaustos. Porém extremamente felizes.

Tirando a frustração com o show do Shinedown, o festival foi incrível e eu estou muito feliz por ter tido a oportunidade de ir. Obrigada, Caio. 

Diário de Viagem: São Paulo (1º dia)

Oi, gente!

Hoje vou falar um pouco da viagem que eu fiz no feriado e foi sensacional.
Eu e meu namorado fomos para São Paulo por causa de um festival ao qual queríamos ir, o Maximus, e aproveitamos para passar uns dias lá no feriado e conhecer a cidade, que ele na verdade já conhecia, e há muito tempo queria poder me mostrar.

Chegamos lá na terça e nos encontramos no aeroporto. Ele estava me esperando com um cartãozinho na mão escrito "Aninha", tipo aquelas pessoas que vão buscar gente no aeroporto. E daí ele tirou uma flor de dentro do casaco e era uma maravilhosa rosa azul! Foi uma linda recepção. Ficamos muito muito felizes porque nosso feriado começava ali.

Minha rosa azul 

A primeira coisa que fizemos foi ir ao Starbucks, no aeroporto mesmo. Eu pedi um café com doce de leite e ele pediu um com caramelo (que estava bem mais gostoso que o meu). Comemos um docinho por lá também e então fomos para o hotel.

O hotel era maravilhoso! O quarto era espaçoso, tinha uma deliciosa cama de casal e tv a cabo. Todas as noites a gente ligava a tv pelo menos um pouquinho e nos sentíamos em casa.

Mais tarde fomos num restaurante chamado Jucalemão. Pedimos três pratos diferentes pois queríamos experimentar: uma salsicha viena, um bolinho de carne, e um tipo de carne de porco chamada kassler, que eu achei que não iria gostar, mas parecia bacon então estava delicioso. Quando pedimos, o garçom nos olhou e disse "acho que é muita comida para duas pessoas...", nós nos olhamos e rimos por dentro, porque o garçom obviamente não nos conhece hihi. Pedimos porções individuais de cada prato (que mesmo assim eram satisfatórias), e estavam todos deliciosos.

Jantinha humilde no Jucalemão

Ficamos um bom tempo por lá comendo e conversando. Foi a melhor maneira de declarar oficialmente iniciado nosso "romantic getaway", como ele gostou de chamar.

No dia seguinte fomos ao festival e foi mais incrível do que podíamos esperar, mas isso fica para o próximo post pois escrevi mais do que devia nesse, e tem muita coisa pra contar para vocês ainda.

Beijinhos e até mais.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Desculpe o transtorno, preciso falar do Caio

Conheci ele numa formatura. Essa frase pode parecer romântica se você imaginar um baile bonito num subsolo esfumaçado de Curitiba. Mas a formatura em questão era uma singela colação de grau na UTFPR. A formatura era da minha amiga. Ele era amigo da minha amiga. Eu não era amiga dele mas fui ver a minha amiga. Ele estava lá. Sentado. Assistindo. Nunca vou esquecer: na verdade eu só o conheci depois quando nos levantamos para cumprimentá-la.

Quando as pessoas tiravam foto, ele fazia piadinhas. Quando davam parabéns, ele tirava selfies com os amigos. Quando se atiravam para o lado, trombavam com ele que ficava dançando feito bobo no hall do auditório. Os olhos, pequenos e castanhos, deixavam claro que ele era um bobão. Foi paixão à primeira vista. Só pra mim, acho.

Passamos algumas noites conversando no chat ao som das nossas bandas de metalzinho. De lá, migramos para o whatsapp. Do whatsapp, às vezes voltávamos pro chat, do chat pro whats de novo.

Começamos a namorar quando ele tinha 22 e eu 19, mas parecia que a vida começava ali. Vimos todas as temporadas de HIMYM. Algumas várias vezes. Fizemos todas as receitas existentes de ovo mexido. Queimamos algumas panelas de comida porque a conversa tava boa. Não escolhemos móveis porque ainda não moramos juntos. Escrevemos juntos um diário, to do lists, roteiros de viagens. Fizemos uma dúzia de amigos novos e junto com eles altos rolês. Fizemos mais de 50 competições de arroto só nós dois — acabei de contar. Sofremos com os haters, rimos com os shippers. Viajamos o mundo dividindo o fone de ouvido. Das dez músicas que mais gosto, sete foi ele que me mostrou. As outras três foi ele que compôs. Aprendi o que era supercalifragalisticexpialidocious e também o que era psicanálise, aprendi fotografia, inglês, música, e outras palavras que o Word tá sublinhando de vermelho porque o Word não teve a sorte de namorar com ele.

Nunca terminamos. Mas nem sempre foi fácil. Já choramos mais do que no final de "How I Met Your Mother". Mais do que na cena do lixão em "Toy Story 3". Até hoje, não tem um rolê que me chamem em que alguém não diga, em algum momento: o Caio vai né? Parece que, pra sempre, ele vai estar presente. Se ao menos a gente morasse mais perto, eu penso. Ele estaria sempre comigo.

Essa semana, pela trigésima vez, li o diário que a gente escreveu juntos — não por acaso uma história de amor. Achei que fosse sorrir tudo de novo. E o que me deu foi uma felicidade muito profunda de viver um grande amor na vida. E de estar documentando esse amor num diário — e em tantos vídeos, músicas e poemas. Não falta nada. 

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Fotos do dia: UFSC

Oi, gente!

O tempo passou tão rápido que eu nem me dei conta de que tinha ficado dois meses sumida. Como eu disse no último post, a vida tá bem corrida, mas eu estou feliz.

A novidade é que essa semana eu me mudei e estou muito satisfeita e feliz com isso. Eu sinto que agora as coisas podem ir pra frente, e eu posso aprender a gostar mais daqui, porque finalmente estou num lugar em que me sinto bem.

Ah, e é engraçado que, faz só cinco meses que eu estou em Floripa e comecei a faculdade, e a primeira fase do curso já acabou! É porque muitos não sabem (ou esquecem, ou se confundem, ou acham esquisito, porque é mesmo), mas o meu curso é trimestral. É o curso diferentão da UFSC, que começa antes, acaba depois, e nunca tem férias. Enfim, até o fim do ano eu terei feito três fases do curso, e ano que vem já farei estágio. É louco como as coisas passam rápido, mas eu estou muito feliz com a minha escolha e amo meu curso.

Mas vamos falar de uma coisa que eu não posto há muito tempo: fotos!

Esses tempos meu namorado veio aqui me visitar e nós saímos dar uma rolê fotográfico como não fazíamos há muito tempo, aí passeamos pela UFSC e tiramos muitas fotinhas legais.

Tudo começou com o poste sorridente. Logo na entrada eu vi isso e não pude deixar passar. Olhem que bonitinho!


Seguindo em frente, pegamos o meu caminho de todos os dias, que sempre tem esse corredor envolvido.


Esse é basicamente o corredor que liga o Centro Tecnológico (CTC, onde eu estudo), à reitoria e ao RU e à biblioteca, sem contar que, nesse exato ponto onde eu estava para tirar a foto, à esquerda, fica o laboratório em que eu trabalho.

Depois, fomos parar no meu prédio favorito da UFSC, o de Ciências da Educação (CED). Lá tem aulas do curso de pedagogia e, como descobri recentemente, de biblioteconomia (sim, a UFSC adora uns cursos diferentes).


O prédio não tem nada demais, eu só o acho bonito porque ele é todo branquinho e eu adoro essa curvinha com as janelas de vidro. É o mais bonito da UFSC, na minha opinião.

E eu sei que na foto não dá pra ver perfeitamente, mas o charme da foto é a árvore na frente mesmo.

Enfim, por hoje é só. Não vou entupir o post com várias fotos da UFSC de uma vez, até porque eu tenho muito tempo para explorá-la.

Espero que tenham gostado e não esqueçam de mim!! Porque não parece, mas eu nunca esqueço do blog.

Beijinhos e até a próxima!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Diário de Mudança #2

Oi, gente!

Nem preciso explicar porque eu to sumida, porque né, eu faço engenharia. Acreditem, quando vocês veem aquelas publicações no facebook dizendo que estudante de engenharia tem que escolher entre vida social, vida amorosa, estudo, trabalho, lazer, família, séries e tudo o mais, é a mais pura verdade. E no momento só posso ter dois. Estudo e trabalho.

Enfim, o motivo principal do post de hoje e de eu fazer questão de postar hoje e não deixar passar é que completei três meses de mudança. Sim, já faz três meses que eu moro em Floripa, gente! 

O primeiro mês foi muito difícil. Me sentia sozinha, triste, nostálgica. Mas aí as coisas foram começando a se ajeitar. Agora eu estou construindo uma vida aqui, criando laços aqui, sem contar dos estudos e do fato de que a UFSC é sensacional e, hoje, eu não me imagino cursando Engenharia de Materiais em outro lugar.

E tem mais uma coisa sobre o dia de hoje. Coincidentemente, é também o dia em que eu completo 1 mês de Iniciação Científica. Sim, eu sou maluca e já estou fazendo IC na primeira fase do curso e minha vida está super corrida. Por isso eu disse que tudo se resume a estudo e trabalho e, nas horinhas livres do dia, um alô para os pais e para o namorado.

Mas tudo isso está valendo muito a pena! É claro que tudo tem seus prós e contras e, essa semana especialmente, foi bem complicado porque eu tinha que estudar muito para a prova de cálculo, mas de manhã tenho aula e a tarde eu fico no laboratório, então meu tempo para estudar ficou bastante reduzido, e eu ainda estou me adaptando e criando minha maneira de estudar. Mas hoje foi a prova e deu tudo (mais ou menos) certo. A experiência que eu estou ganhando com essa oportunidade no laboratório e o conhecimento que eu estou adquirindo desde o começo do curso compensa o fato de eu não conseguir tirar notão nas provas.

Sobre a mudança em si, eu estou finalmente tentando gostar de Florianópolis. É claro que agora que está frio fica um pouquinho mais fácil, mas eu fico vendo publicações no facebook de como está o clima em Curitiba, sem contar as mil páginas sobre a cidade que eu curto e que postam fotos lindas de lá, aí a saudade só aumenta. Mas eu sei que eu preciso parar com essa barreira de não gostar de qualquer lugar que não seja Curitiba, é só que é difícil sair de casa e conseguir chamar outro lugar de lar, sabem? Eu realmente quero conseguir me sentir em casa aqui um dia, mas como eu sempre digo, eu sempre vou voltar.

Mas apesar de eu falar toda nostálgica e, na maior parte do tempo, reclamar de morar aqui, não me entendam mal, eu estou feliz. Eu estou realizando o meu sonho pedacinho por pedacinho. Eu estou fazendo o curso que eu sempre (desde 2011) quis, já estou "trabalhando" em laboratório e adquirindo uma experiência e conhecimentos incríveis e, afinal, é pra isso que eu vim.

Posso dizer que, considerando tudo que eu desejava e planejava para a minha vida pós-ensino médio, eu estou realizada. Eu estou onde eu queria estar. E ainda vou muito mais longe.

terça-feira, 29 de março de 2016

Feliz Aniversário, Curitiba!

Oi, gente!

Muitos dos meus leitores, meus conterrâneos, sabem que hoje é aniversário da nossa Cidade Maravilhosa, então é claro que vai ter post né.

Vasculhei todas as minhas pastas de fotos desde que tenho a câmera e escolhi algumas fotos de pontos turísticos que eu adoro para postar hoje em homenagem aos 323 anos de Curitiba!

Para começar, adivinhem...

Meu amado Parque Tanguá! Quem me acompanha aqui sabe que é meu parque favorito.
Essa foto é da parte de trás do parque, num belíssimo dia de sol em que fui lá com o meu namorado, há váaaaarios meses atrás. Ficamos horas sentados conversando e olhando o parque. Meu cantinho favorito da cidade!


Próxima parada: Parque Barigui!

Mais um rolê fotográfico com o meu namorado, para variar (quando ainda nem éramos namorados hehe). Passeando pelo parque não pude me conter ao passar por essa ponte tão bonitinha, e essas manchas na parte de baixo dão um aspecto de envelhecido que eu adorei.
Acho lindo foto de laguinhos assim com reflexo, e esse dia nublado com essa ponte bonita só podia render uma foto linda assim.


O lugar da próxima foto foi onde eu passei grande parte da minha infância. É uma praça que foi revitalizada não faz muito tempo e tem uma das coisas mais legais e diferentes de Curitiba, que é o Farol do Saber. Já subi muuuito nesse farol na Praça da Espanha, e passei muitos dias na biblioteca que tinha na praça e, é claro, no parquinho também.

Eu adoro essa foto porque ela parece moldura. Sem contar que essa sacadinha é um charme e o chafariz completa a paisagem lá atrás. Muito amor.


Eu podia postar mais umas mil fotos, mas todas as que eu escolhia eu já postei no blog e não quis repetir, aí optei por um post mais curto. E, para finalizá-lo, escolhi a vista da minha casa.

Não é nenhum parque ou praça da cidade, mas tem um pinheiro bem alto e bonito bem na minha janela, e o prédio da frente eu acho super bonito e tem uma cor neutra que contrasta bem com a paisagem, então até mesmo a visão do prédio do outro lado da rua eu acho linda.


A parte desfocada em primeiro plano é a rede da janela, que eu deixei aparecendo de propósito porque acho bonitinho.

Enfim, por hoje é isso. Algumas fotos variadas de Curitiba para matar a saudade.
Vocês não sabem como eu sinto falta disso tudo. Eu adoro sair para fotografar, vocês sabem, em todo lugar que eu vou, mas eu acho que uma coisa muito gratificante é poder fazer isso na minha cidade, com tantos e tantos lugares lindos e interessantes e peculiares para serem registrados.

Curitiba me inspira.