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domingo, 26 de agosto de 2018

XX CECEMM - São Carlos

O CECEMM é o Congresso dos Estudantes de Ciência e Engenharia de Materiais do Mercosul, organizado por alunos de Engenharia de Materiais, com o objetivo de promover trocas de experiências entre estudantes, pesquisadores e profissionais da área.

Só esse ano, no 3ª ano de faculdade, que eu realmente fui atrás para entender do que de fato se tratava esse congresso, depois que eu vi que essa edição do CECEMM traria ninguém mais ninguém menos do que o homem que escreveu o livro base do nosso curso, a famosa "bíblia" de Engenharia de Materiais (Ciência e Engenharia de Materiais - Uma Introdução), o lindo maravilhoso William D. Callister Jr.

O Centro Acadêmico de Engenharia de Materiais aqui da UFSC conseguiu transporte gratuito para os alunos que iam no congresso, eu comprei meu ingresso e, depois de algumas semanas de espera e 16 longas horas de viagem, chegamos lá na tarde de domingo (22/07), algumas horas antes da abertura do evento. Após a cerimônia de abertura, teve um coquetel delicioso e logo começou a integração entre tantos estudantes de tantas partes do país, e eu já comecei a conhecer novos rostos que me acompanhariam durante a semana.

UFSC no XX CECEMM!

Logo na segunda-feira já sabíamos que muitas emoções estavam por vir, pois era o dia da palestra mais aguardada, o dia de conhecer o Callister de pertinho. Foi muito especial para mim porque desde quando eu tinha aula de materiais no técnico eu já usava o livro dele como base, afinal, tem um pouco de tudo e é muito bom mesmo, e foi assim que eu fui parar na Engenharia de Materiais, e o resto todo mundo sabe. Enfim, foi um momento muito especial para todos.

Eu (pouco feliz) e o Callister.

Ele contou sobre a carreira dele como escritor, sobre como a oportunidade de escrever um livro didático de materiais surgiu sem querer e hoje ele não se vê fazendo outra coisa da vida. E deu aquele conselho clichê de que devemos fazer o que nos faz feliz.

Enfim, tiveram outras palestras também, e se eu começar a escrever o nome de cada um vai ficar muita coisa, mas a maior parte eram professores do Departamento de Materiais da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), onde foi fundado o primeiro curso de Engenharia de Materiais do Brasil, e era uma das universidades organizadoras do evento (em parceria com a USP-São Carlos).

Laguinho na UFSCar e florzinhas na USP. As duas universidades são lindas.

Teve palestra sobre polímeros, vidros, aços... sendo os dois primeiros com professores sensacionais, que me fizeram até gostar um pouco mais das respectivas áreas, porque o clima do congresso em si e a paixão com a qual os professores falavam tinham uma energia muito boa envolvida, e eu comecei a perceber que posso gostar de outras coisas que não sejam só metais, afinal, a ciência dos materiais é infinitamente ampla e cheia de oportunidades para a gente ficar preso a uma coisa só.

Eu participei de um minicurso voltado à área de gestão e foi bem interessante, aprendi muitas coisas que posso aplicar na Empresa Júnior no dia a dia. Estou conhecendo mais essa área de gestão e empreendedorismo e poder trazer para a EJEM um pouco do conhecimento adquirido no congresso foi muito legal.

Teve a visita técnica, que foi na Romi, uma empresa que tem duas áreas de atuação. A fabricação de máquinas-ferramenta, o que é muito louco, por que imaginem o tamanho de uma máquina para usinar peças de outra máquina? E tinha a parte de fundição, que foi muito legal de conhecer também. Eu já trabalhei numa empresa que tinha fundição mas nunca entrei no galpão porque era perigoso, mas é muito legal e lindo de ver. Qualquer pessoa fica deslumbrada com metal fundido incandescente a temperaturas acima de 1000°C, não é mesmo?

Visita na Romi.

E como não posso deixar de falar, teve as festas! Eu não imaginei que iria em quase todas e me divertiria tanto. Consegui me soltar e me surpreendi positivamente comigo mesma, o que foi ótimo.
As festas foram muitoooo boas, eu dancei bastante, me diverti bastante. E o pessoal era bem tranquilo e desencanado. As festas eram simples (e baratas!!) e com cerveja boa.

Eu conheci pessoas incríveis que passaram a semana toda comigo durante o congresso, acompanhando nas palestras e tudo o mais, que estavam no alojamento comigo e que se tornaram amigos que eu espero muito poder ver de novo.

Nas festas, e também durante intervalos de palestras e coffee breaks, eu conversava sempre com pessoas novas e trocava uma ideia ou aprendia alguma coisa nova. Foi um crescimento pessoal muito grande porque eu interagi muito e descobri que as pessoas podem ser mais legais e mais interativas do que a gente pensa. Porque quando estamos em um congresso, todo mundo com um objetivo em comum que é se divertir e aprender mais sobre a Engenharia de Materiais, a gente acaba perdendo a vergonha de simplesmente chegar perto de alguém desconhecido e dizer oi.

Pessoal do alojamento. SC + MG, não podia ter dado mais certo. Adorei conhecer vocês!

Enfim, teve muita coisa legal, eu me diverti muito, aprendi muito, e foi uma experiência inesquecível! Espero poder ter a oportunidade de ir no próximo, pertinho de casa, XXI CECEMM em Ponta Grossa!!

Apesar de um mês atrasado, está aí um pouquinho da minha experiência no CECEMM, e eu só não falo mais para poupar linha mesmo, mas resumindo foi sensacional e eu recomendo muitíssimo.

Até a próxima!

domingo, 3 de junho de 2018

Tchau, São Ludgero!

Oi, gente.

Faz 1 semana e 1 dia que estou de volta em Florianópolis, e hoje vim aqui falar um pouquinho sobre o meu último lar: a pequena e aconchegante cidade de São Ludgero.

Tudo começou no início de fevereiro, quando minha mãe me levou pra lá para fazer a minha mudança no sábado e eu começar meu estágio na segunda-feira. Estávamos um pouco receosas pois não sabíamos o que iríamos encontrar. Eu já havia pesquisado sobre a cidade e quando soube que tem 12 mil habitantes fiquei bastante chocada, afinal eu cresci em cidade grande e sabia que seria uma experiência bem diferente.

Atravessamos o portal de São Ludgero e aos poucos começamos a ver uns comércios, predinhos e casas, e tivemos uma surpresa boa, pois a cidade era muito mais do que a gente imaginava. Pode ser ignorância da minha parte, por eu não conhecer muitos lugares do interior, mas eu achei que se tratava de uma cidade mais rural, digamos assim. Não que eu esperasse ver cavalos andando em ruas de barro, é só que eu realmente não sabia o que esperar, e eu achei a cidade muito charmosinha e aconchegante logo que cheguei (às 23 horas, com um barzinho muito bacana - o Dalú - aberto e cheio de gente).

No domingo descobrimos que São Ludgero tinha muito a oferecer, com muitas lojinhas de roupas, várias sorveterias e farmácias. Por ser uma cidade pequena os horários de funcionamento me incomodavam bastante, pois tudo fecha cedo, mas é uma ótima cidade para se viver e muita gente que eu conheci lá não pensa em sair de jeito nenhum.

Portal de São Ludgero

Enfim, comecei meu estágio na Copobras na segunda-feira e durante a primeira semana eu e a outra estagiária da UFSC - a Helena - participamos da integração de novos colaboradores, e também fizemos um tour bem completo em cada setor e aprendemos um pouco do processo produtivo, que é o máximo.

A Copobras matriz, que é a de São Ludgero, possui 4 fábricas, então foi possível acompanhar o processo produtivo de todos os produtos que o Grupo Copobras fabrica, o que foi muito interessante de ver de pertinho.

Vou explicar rapidinho para não ficar cansativo. Primeiramente, o Grupo Copobras se divide em duas empresas: Incoplast e Copobras.

A Incoplast fabrica embalagens flexíveis, ou seja, os pacotes de plástico de tudo que você come, como macarrão, biscoito, etc, mas o foco aqui em Santa Catarina é o pet food, ou seja, ração. É um processo complexo, cheio de tecnologia envolvida e bem legal de ver. Tem também a linha envelopes, que engloba desde aqueles pacotinhos zip lock pra guardar moedas, até envelopes grandes com diversos níveis de segurança, para carregar grandes quantias de dinheiro naqueles carros-fortes.

A Copobras fabrica copos, pratos, potes para sobremesa, bandejas, entre outros, em plástico e em EPS (o famoso "isopor"), e a fabricação destes produtos é dividida nas outras três fábricas em São Ludgero. Então eu pude acompanhar a produção do que eles chamam de descartáveis, que são basicamente aqueles copinhos de plástico que a gente toma água por aí, mas é claro que tem os mais variados modelos, além de pratos, etc; e os produtos em EPS, como copos, potes e os mais variados tipos de bandejas, como aquelas onde a gente compra frango e também as que a gente usa pra levar marmita.

Planta do Grupo Copobras em São Ludgero (o galpão com o X não pertence à empresa)

Basicamente é isso. Os processos são muito legais e eu andava bastante pela fábrica, então sempre dava uma espiada nas máquinas e, mesmo depois de um ou dois meses de estágio, eu ainda ficava encantada com tudo.

Agora vamos falar das pessoas. Eu fiz amizades incríveis e me senti muito acolhida em SL. Os colaboradores das fábricas também eram sempre muito queridos e, dessa forma, senti que o meu trabalho também foi muito bem recebido e meu projeto de estágio foi implantado com sucesso.

Meus amigos da empresa com quem eu passava os horários de almoço eram sensacionais. A gente só falava merda e dava muita risada. Era a hora mais gostosa do dia, a gente se divertia muito e voltava mais leve pro segundo round de trabalho. Eu era muito zoada por ser de uma cidade longe, porque algumas gírias ou palavras deles eu não conhecia, então era muito engraçado. Aprendi que uma maneira mais fácil de dizer que estou indo "fazer a compra do mês" é apenas dizer que vou "fazer rancho", e que lá as pessoas não "morrem" de rir, elas "se afinam" de rir, e eu me afinei bastante com esse pessoal. Também comecei a enxergar "pombas" de outro jeito, mas isso eu vou deixar como uma piada interna mesmo.
Obrigada por tudo isso, lindos: Helena, Larissa, Susana e Mauri, e também as outras pessoas que de vez em quando sentavam com a gente e falavam umas besteiras.

Não posso deixar de citar o Lélio, um cara muito massa que me levou pra dar os melhores rolês. Foi com ele que conheci uma lugar muito lindo chamado Três Barras (não procurem no mapa porque vocês vão achar uma cidade no Paraná, e eu me refiro e uma comunidade nos arredores de SL), onde é possível ter uma vista de tirar o fôlego; comi horrores na Fluss Haus, um lugarzinho muuuuito fofo com um café colonial delicioso; andei de quadriciclo e comi bastante areia, e até dirigi um pouco e quase o matei do coração, mas foi sensacional (já to pronta pra dirigir moto, Lélio?); além de experimentar uma deliciosa tapioca e poder contar com ele quando precisei.

Fora da empresa tinha a Kermelin, a menina com quem eu morei num apartamento ótimo e pertinho de tudo, e cuja convivência foi muito boa. Eu vivia falando que na verdade eu dividia o apê com duas pessoas, já que o Wesley, namorado dela, vivia lá me atazanando, mas no fundo eu sei que ele tem um bom coração. Foram meses muito legais com a companhia quase diária dos dois, um casal divertido de conviver e que me acolheu com carinho, que me fez comer muita pizza e que me levou pra dar o rolê massa do último post, no Morro da Cruz. Falando nisso, eles também me apresentaram seus amigos, que estavam presentes nesses rolês e com quem inclusive fomos para a praia, em Laguna, e eu me diverti muito. Foi um prazer conhecer todos e foi muito bom poder participar um pouquinho da vida de vocês.

Enfim, já falei demais, mas como vocês podem perceber, minha experiência em São Ludgero foi maravilhosa. Conheci pessoas incríveis, lugares incríveis, a empresa também era sensacional, e eu posso dizer que fui feliz nessa cidade, que até meses atrás não sabia que existia, e agora vou levar pra sempre no coração.

Obrigada, São Ludgero. Até mais!

domingo, 22 de abril de 2018

Encantos do Sul: São Ludgero - Morro da Cruz

Oi, gente.

Nem contei sobre meu mais novo (até mês que vem) lar, a pequena cidade de São Ludgero.

Estou morando aqui desde fevereiro e até que tenho passeado um pouco. É uma cidade pequena, mas bem bonitinha e tem (quase) tudo que a gente precisa. Tem mercado, muitas lojinhas de roupas e sapatos (onde já gastei um pouco do meu salário hehe), e muitas e muitas sorveterias. A vida aqui é pacata, e apesar de ainda reclamar o tempo todo do fato de tudo fechar muito cedo, eu estou gostando da experiência.

Enfim, hoje eu vim falar um pouco dos meus rolês turísticos pela região. Acontece que São Ludgero se localiza numa região chamada Encantos do Sul, que é composta por 32 municípios do Sul de Santa Catarina, e é tudo bem pertinho e dá para fazer uns passeios muitos legais, bonitos e até mesmo radicais.

O meu primeiro passeio foi por aqui mesmo, não muito longe de casa. Fui com uns amigos para o Morro da Cruz. Nós fomos a pé desde o meu prédio, andamos, subimos e descemos morros, até que finalmente chegamos nos degraus que nos levam até a cruz. Isso tudo de madrugada, para que pudéssemos apreciar o nascer do sol lá de cima. No fim das contas acabamos chegando cedo demais.

Morro da Cruz às 4h da manhã

Após duas horas de conversas e piadinhas ruins da internet e uma intensa luta contra o sono, o céu começou a clarear, e aí toda a caminhada e todos os degraus começaram a valer ainda mais a pena, como vocês podem ver abaixo.

Morro da Cruz sobre as nuvens

Mas o momento mágico mesmo foi lá pelas 6h e alguma coisa, conforme o céu ia ficando cada vez mais e mais alaranjado e as fotos iam ficando mais e mais lindas. Foi até um pouco difícil de tirar foto no início, porque estou muito enferrujada, mas a paisagem ajudou bastante.

Melhor foto do rolê

To apaixonada por essa foto aí de cima. A vista é tudo isso mesmo. Lindona assim. Sem filtro.

Enfim, esse é o Morro da Cruz. Dá para subir de carro também, lá em cima tem um galpão para eventos e tudo. É um ponto turístico importante da região.

Dizem que dá pra ver várias cidades vizinhas e até a praia de Laguna, mas como estava muito cedo e com muitas nuvens não foi possível. Quem sabe eu ainda volto lá durante o dia, mas dessa vez de carro né.

Beijinhos e até mais!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Diário de Viagem: São Paulo (último dia)

Oi, gente!

Mais um mês e eu finalmente vim falar do último dia em São Paulo.

Era dia 09 de setembro e nós fomos passear na Avenida Paulista. Foi um dos melhores dias da minha vida!

Antes de tudo fomos no MASP (Museu de Arte de São Paulo). Ficamos um tempo lá dentro vendo as obras e conversando sobre arte. O Caio me fez gostar um pouquinho mais de arte (mas eu continuo não entendendo nada).

MASP

Esse passeio no MASP foi muito especial porque, desde que nos conhecemos, arte sempre esteve presente. Principalmente porque eu fui para Paris e o Caio me contou sobre algumas obras do Louvre e me ensinou um pouco de arte. E, quem leu meu diário de viagem sabe, eu visitei também o Jardim de Monet, e lá vi ao vivo a famosa Ponte Japonesa e tirei uma das fotos mais maravilhosas da minha vida de ""fotógrafa"". Então o Caio queria muito que eu tivesse a oportunidade de ver a pintura, e nós vimos lá no MASP. Isso foi muito especial para nós porque ele me fez sonhar com coisas que eu jamais imaginaria sonhar. Tipo arte.

Nós e a Ponte Japonesa

Saindo do MASP, fomos andar na Paulita. Andamos nela de ponta a ponta e ficamos apaixonados. Eu sempre tive um certo preconceito com São Paulo e achava que a cidade não era bonita, até o Caio ir lá e mudar tudo, me mostrando a cidade do seu ponto de vista.

Não tiramos muitas fotos da rua. Tinha tantos prédios, a gente só ficava olhando para cima e admirando. Mas o mais legal foi que encontramos não apenas um, mas dois parques em meio a correria da Av. Paulista. O primeiro foi o Trianon, parque famoso e bem em frente ao MASP. Não tivemos tempo de tirar fotos porque o parque já estava fechando, mas nós o atravessamos e adoramos. É suuuuper arborizado, quase uma mini floresta no meio de São Paulo. Um lindo cantinho para relaxar.

Parque Trianon (Foto: Prefeitura de São Paulo)

O outro parque é o Parque Prefeito Mário Covas. Não o conhecíamos e o descobrimos andando pela Paulista, não muito longe do Trianon. É um parque pequeno, mas muito bonitinho e aconchegante. Tem até umas mesas para sentar e conversar.

Tirei umas fotos só com o celular mesmo para guardar de lembrança. Eu adoro corredorzinhos assim como o da foto. E o parque também tem uma estrutura muito legal com uma salinha com informações para o turista e banheiros.

Parque Prefeito Mário Covas

Depois fomos andando até que encontramos uma igrejinha muito bonita e resolvemos entrar. Era a Paróquia São Luís Gonzaga, quase no fim da Av. Paulista. Uma coisa que nós realmente não esperávamos encontrar por lá.

Paróquia São Luís Gonzaga

Por último, fomos na famosa e maior livraria do Brasil, a Livraria Cultura da Paulista. Ficamos um bom tempo por lá, andando, olhando e folhando alguns livros. Foi muito bom e divertido. O Caio é a melhor companhia para todos os tipos de rolê. Poder sentar juntinhos no meio da livraria foi a coisa mais gostosa do mundo.

Nós na Cultura

Depois voltamos para o hotel maravilhoso e passamos nossa última noite em São Paulo.
Arrumamos as malas, comemos um omelete delicioso no quarto do hotel e assistimos tv até dormir.

No fim das contas eu descobri que São Paulo é uma cidade maravilhosa, e eu não vejo a hora de voltar!

Depois de quatro dias tão incríveis, com direito a turismo e show e comidas gostosas e companhia maravilhosa, eu só posso dizer que: tudo que eu quero é mais!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Diário de Viagem: São Paulo (3º dia)

Oi, gente!

Parece que eu fiquei só dois dias em São Paulo, né? Mas eu tenho mais dois pra escrever ainda.
E eu podia inventar mil desculpas pela enrolação, mas na maioria foi preguiça mesmo. Mas eu vou terminar porque foi um feriado mágico e maravilhoso e cheio de fotos!

Foi há um mês. O show foi no feriado do dia 07, então agora vou falar do dia 08.

Fomos passear nos bairros centrais de São Paulo. Começamos pela Liberdade, que é um bairro de cultura japonesa, cheio de lojinhas de bugigangas eletrônicas etc. O que eu mais gostei foi da decoração. Os postes das ruas não eram como os que a gente sempre vê por aí. Eram postes vermelhos com lâmpadas bonitinhas num estilo bem oriental.

Rua na Liberdade

Nós entramos nas lojinhas, andamos pelas ruas com os postes bonitinhos, tiramos foto de cima de um viaduto, e até encontramos um mini parque com um laguinho cheio de peixes. Mas, sinceramente, não tem nada muito turístico ou ~badalado~ por lá. Foi um passeio bem tranquilo. E então seguimos para a Sé.

Chegando lá, logo vimos a Catedral da Sé. Ela me lembrou muito da Catedral de Notre Dame. O Caio disse que é o estilo gótico, que prevalece em ambas.

Catedral da Sé

Entramos na catedral e ela era linda por dentro também. Grande e com lindos vitrais bem coloridos, como toda igreja que é o marco de uma cidade tem que ser. Saímos e tiramos umas fotos na Praça da Sé. Coisa mais linda aquele corredor de palmeiras bem em frente à catedral. Realmente um lugar muito bonito de se conhecer.

Praça da Sé

Fomos descendo as escadinhas da igreja e andando pelo pátio que tem em meio às palmeiras, e lá no meio havia um monumento representando o marco zero da cidade. Aí eu lembrei como essa praça era importante para a cidade de São Paulo. Mas o que eu mais achei interessante no monumento é que tinha um pequeno mapa esquemático mostrando o que há em cada direção, e em suas laterais tinham símbolos de cidades e estados que cercam São Paulo. Eu logo vi um pinheiro lá e fiquei toda feliz porque né, sou pouco ""patriota"" (vocês entenderam o que eu quis dizer).

Marco Zero de São Paulo

Paraná ♥ 

Ah, outra coisa muito legal que encontramos foi o sinaleiro para pedestres. Ao invés do tradicional símbolo de uma pessoinha, tinham desenhos da Catedral da Sé, um no vermelho e outro no verde. Eu achei muito criativo e divertido, além de ser muito fofo porque era uma mini catedral.

Semáforo na Praça da Sé

Enfim, fomos andando pelo centro, desesperados por um lugar para comer. Almoçamos em um restaurante pequeno porém muito gostoso em meio a muitas lojinhas, numa rua que não me lembro o nome. Depois fomos até a Galeria do Rock, que no primeiro andar parecia mais Galeria do Rap, mas depois fomos subindo e tinham muitas lojas de camisetas e artigos de rock. Porém ficamos chateados porque eu queria camisetas das duas bandas que eu fui ver no festival, Shinedown e Black Stone Cherry, mas é claro que não tinha em nenhuma loja :( O Caio queria um enfeite de caveira e nós também não encontramos. Ficamos bastante frustrados, mas para quem gosta de comprar camisetas de bandas (que tenham lá) é um ótimo lugar.

Galeria do Rock

Andando pelas ruas do centro, encontramos duas coisas que queríamos muito experimentar: Dolly Guaraná e Guaraná Jesus! O Dollynho eu já esperava encontrar, mas o Guaraná Jesus rosa do Maranhão!!!! Enfim, óbvio que compramos ambos e, sinto muito por partir os corações de vocês, mas os dois são horríveis.

Para terminar o passeio, fomos num dos bares mais famosos da cidade, na icônica esquina da Av. Ipiranga com a Av. São João, imortalizada na música Sampa, de Caetano Veloso. O Caio me mostrou a música quando estávamos no bar e foi lindo. E foi lá que eu consegui tomar um chopp inteiro sozinha pela primeira vez (eu odeio chopp), mas né... chopp Brahma, no bar Brahma, em São Paulo, a gente acaba gostando.

"Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruzo a Ipiranga com a Av. São João"

Enfim, é isso. Depois fomos para o hotel maravilhoso, comemos McDonald's e fomos dormir felizes, sabendo que no dia seguinte ainda tinha mais São Paulo nos esperando!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Diário de Viagem: São Paulo (2º dia) - Maximus Festival

Oi, gente!

Segundo dia de viagem, dia de festival!

Acordamos cedo, tomamos café e fomos de Uber até Interlagos (agradecemos todos os dias pela existência do uber em SP porque salvou nossas vidas).

Chegando lá, entramos e demos uma volta para conhecer o lugar. Tinham três palcos. No menor deles estavam rolando uns shows de bandas nacionais que não nos interessavam, então ficamos passeando até começarem os shows nos outros dois palcos, que eram intercalados. Tinham muitas barraquinhas de comidas e bebidas, e também de camisetas e lembranças do festival, além de outros acessórios bonitinhos como pulseiras e colares.

Palcos Rockatansky e Maximus (Foto: Maximus)

O primeiro show foi da banda Steve N' Seagulls, uma banda muito legal que faz covers de rock e metal numa versão country. Nós assistimos de longe e nos divertimos muito com o ritmo das músicas. Eles fazem versões realmente incríveis para músicas famosas que nós jamais imaginaríamos escutar de outra maneira. Aqui um exemplo porque é muito legal.

Steve N' Seagulls (Foto: Maximus)

A segunda banda, Hollywood Undead, nós não demos muita bola (eu achei uma bosta) e ficamos assistindo de longe, nos mantendo em frente ao palco da esquerda, onde seria o próximo show, que era o que eu estava esperando ansiosamente por muitas semanas.

A terceira banda era a que eu mais queria assistir, Shinedown. Infelizmente, o show foi extremamente frustrante. Atrasou uns vinte minutos porque os caras que estavam passando o som demoraram pra dar o ok e deixar a banda entrar, e mesmo com essa demora toda, quando o Brent começou a cantar a primeira música, não saía porra de som nenhum do microfone dele! Eles terminaram a primeira música e o vocalista desceu do palco e foi até a caixa de som que fica atrás da multidão para tentar resolver o problema. Ouvir a voz dele por uns dois segundos encheu nossos pobres corações de esperança, mas logo o microfone parou de funcionar de novo. Além da guitarra não estar funcionando o tempo todo também. Resumindo, eles tocaram quatro músicas só com baixo e bateria, e deixaram por isso mesmo. Eu fiquei sem saber se a culpa era da equipe da banda ou do festival, mas considerando os shows seguintes, tenho certeza que o problema foi da equipe do Shinedown e eu fiquei extremamente decepcionada. É uma das bandas que mais gosto na vida, e agora o que me resta é esperar a oportunidade de um outro show. Um no qual os equipamentos funcionem :(

Em seguida foi a vez do Hellyeah. Não acompanhamos o show todo, e no meio encontramos uma amiga minha de muitos anos que conheci na internet. Foi muito legal conhecer ela e o namorado pessoalmente em um dia tão especial. Quando a banda estava quase terminando o show, tocaram a música que meu namorado estava esperando, aí ele e o namorado da minha amiga foram para o meio da multidão.

A banda seguinte era outra que eu estava ansiosa para ver, Black Stone Cherry. Eles chegaram com tudo e abriram o show com a música que eu e o Caio mais gostamos, Me and Mary Jane. Foi a primeira música do BSC que ele me mostrou e fez eu me apaixonar pela banda na hora. Depois eles tocaram outras músicas que eu também adoro, como Blame it on the Boom Boom e In My Blood. A presença de palco do Chris Robertson foi sensacional e ele fez todo mundo cantar junto. Para mim, o melhor show do festival. Só quero mais.

Black Stone Cherry (Foto: Maximus)

Em seguida, Halestorm, uma banda que não nos interessava e ficamos ouvindo de longe (porque né, não tinha como não ouvir), esperando a próxima que o Caio tanto adora.

Então veio o Bullet For My Valentine. Eu só conhecia a banda de nome, então fiquei meio perdida nas músicas, e também um pouco assustada com os cavalos fazendo mosh na nossa frente. Eles não sabiam brincar de ir em show, sabe? Não era aquela rodinha legal onde todo mundo pula, eles estavam literalmente se estapeando, bem na minha frente. Mas enfim, eu foquei no show e foi muito legal. A parte que eu mais gostei na verdade foi poder estar lá com o Caio porque sei que é uma banda muito especial para ele.

Logo depois veio o Disturbed, uma das bandas mais aguardadas do dia. Nós não conseguimos nos enfiar na multidão de jeito nenhum porque estávamos no palco ao lado até o fim do show do BFMV, então assistimos de longe, mas mesmo assim foi incrível. O Caio já havia me mostrado algumas músicas e eu tinha gostado, e a voz do vocalista ao vivo foi de arrepiar, principalmente no cover de Sound of Silence.

Em seguida veio o Marilyn Manson. Eu tinha ouvido músicas dele e não gostado, mais por causa dos clipes eu acho, do jeito esquisitão dele. Aí ele entrou no palco de paletó e barba e eu fiquei confusa. Mas o show foi ótimo. Se tem uma coisa que ele sabe é se apresentar. A cada uma ou duas músicas ele trocava uma peça de roupa ou levava um acessório para o palco, foi uma encenação incrível. É claro que ele estava extremamente drogado, mas de um jeito ou de outro ele sabia o que estava fazendo. Quando ele entrou no palco usando muletas, o Caio ficou louco, dizendo que fazia parte do clipe da música Sweet Dreams. Esse cara é bom no que faz.

Marilyn Manson (Foto: Maximus)

A atração mais aguardada da noite era a alemanha Rammstein. Nem eu, nem o Caio gostamos da banda, mas ficamos para ver a abertura do show, que dizem ser sempre épica. Realmente, foi uma belíssima abertura. Então nós acompanhamos a primeira música e fomos embora. Exaustos. Porém extremamente felizes.

Tirando a frustração com o show do Shinedown, o festival foi incrível e eu estou muito feliz por ter tido a oportunidade de ir. Obrigada, Caio. ♥

Diário de Viagem: São Paulo (1º dia)

Oi, gente!

Hoje vou falar um pouco da viagem que eu fiz no feriado e foi sensacional.
Eu e meu namorado fomos para São Paulo por causa de um festival ao qual queríamos ir, o Maximus, e aproveitamos para passar uns dias lá no feriado e conhecer a cidade, que ele na verdade já conhecia, e há muito tempo queria poder me mostrar.

Chegamos lá na terça e nos encontramos no aeroporto. Ele estava me esperando com um cartãozinho na mão escrito "Aninha", tipo aquelas pessoas que vão buscar gente no aeroporto. E daí ele tirou uma flor de dentro do casaco e era uma maravilhosa rosa azul! Foi uma linda recepção. Ficamos muito muito felizes porque nosso feriado começava ali.

Minha rosa azul ♥

A primeira coisa que fizemos foi ir ao Starbucks, no aeroporto mesmo. Eu pedi um café com doce de leite e ele pediu um com caramelo (que estava bem mais gostoso que o meu). Comemos um docinho por lá também e então fomos para o hotel.

O hotel era maravilhoso! O quarto era espaçoso, tinha uma deliciosa cama de casal e tv a cabo. Todas as noites a gente ligava a tv pelo menos um pouquinho e nos sentíamos em casa.

Mais tarde fomos num restaurante chamado Jucalemão. Pedimos três pratos diferentes pois queríamos experimentar: uma salsicha viena, um bolinho de carne, e um tipo de carne de porco chamada kassler, que eu achei que não iria gostar, mas parecia bacon então estava delicioso. Quando pedimos, o garçom nos olhou e disse "acho que é muita comida para duas pessoas...", nós nos olhamos e rimos por dentro, porque o garçom obviamente não nos conhece hihi. Pedimos porções individuais de cada prato (que mesmo assim eram satisfatórias), e estavam todos deliciosos.

Jantinha humilde no Jucalemão

Ficamos um bom tempo por lá comendo e conversando. Foi a melhor maneira de declarar oficialmente iniciado nosso "romantic getaway", como ele gostou de chamar.

No dia seguinte fomos ao festival e foi mais incrível do que podíamos esperar, mas isso fica para o próximo post pois escrevi mais do que devia nesse, e tem muita coisa pra contar para vocês ainda.

Beijinhos e até mais.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Diário de Viagem: Paris - Último dia

Oi, gente!

Acabou Paris. Acabou a viagem. :(

No nosso último dia em Paris não fizemos nenhum passeio diferente. Fomos à Champs Élysées novamente, não me perguntem o porquê, porque eu não lembro. Por mim teríamos feito mais algum passeio, como algum museu, mas nós tínhamos de decidir em grupo e enfim.

Só tiramos mais algumas fotos com o Arco do Triunfo ao fundo. Vocês não têm noção de como é lindo parar no meio da Champs Élysées e ver o Arco todo lindo lá atrás.


Enfim, essa foi a minha viagem! Foi linda, incrível, ensolarada (na maior parte) e azul! Foi uma experiência incrível, um monte de sonhos se realizaram nessas duas semanas e eu não podia estar mais grata aos meus pais por me proporcionarem essa oportunidade.

Se alguém que me acompanhou por aqui um dia quiser ir a Londres e/ou a Paris e quiser conversar comigo, eu vou adorar. Eu manjei muito de como andar de metrô em ambas as cidades e foi muito tranquilo.

Os londrinos foram suuuuper educados. Um homem, no metrô, ao ver-nos com um mapa na mão tentando descobrir qual linha pegar, virou para nós e perguntou se precisávamos de ajuda, achei muito legal. Mas os parisienses também foram muito educados. Todas as pessoas para quem eu pedia informação, ao perguntar se elas falavam inglês, se não respondiam que sim, ao menos respondiam que falavam um pouco e se esforçavam para tentar me ajudar. Eu e minha mãe nos viramos super bem e foi uma viagem tranquilíssima.


Esses mapas aí em cima foram meus fiéis companheiros durante toda a viagem. O do meio é do metrô de Paris, e ele voltou todo amassado e até meio úmido por causa de um dia de chuva em que ele umedeceu no bolsinho de fora da minha bolsa, mas não tinha como não guardar de lembrança, né?


E essas são as novas miniaturas que comprei para a minha coleção! As igrejas Sacre Coeur e Notre Dame, o Big Ben e a Casa de Monet.

Outras miniaturas, como Torre Eiffel, Arco do Triunfo, ônibus de Londres etc, eu já tinha porque meus pais trouxeram várias quando foram à Europa, então foi bom porque com o euro caro do jeito que está agora, eu gastaria muito dinheiro só em miniaturas, para eu aumentar a minha coleção lindinha que é o meu xodó.

E é isso aí! Conclusões sobre a viagem: sensacional.

Lembranças da viagem: os mapinhas que mostrei a vocês, ingressos e essas coisas porque sou apegada, as miniaturas lindas e, é claro, muita matéria para recuperar no cursinho.

Agora vou voltar com as fotos do dia, e com certeza terão mais fotos da viagem por aí, mas já vou dizendo que não garanto post todos os dias porque vou focar bastante nos estudos agora, mas não esquecerei de vocês, meus leitores.

Beijinhos!

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Diário de Viagem: Paris - Parque Monceau e Sacre Coeur

Oi, gente!

No dia em que fomos ao Jardim de Monet, ao voltarmos a Paris fizemos mais um passeio, e vou postar agora junto com o do dia seguinte porque ambos não têm muita foto.

Ao voltarmos de Giverny, fomos à Rue de Rivoli, que é uma rua logo atrás do Louvre cheia de lojas legais etc, e nós precisávamos resolver umas coisas, e depois fomos ao Parc Monceau. Eu tinha visto fotos do parque na internet e achado lindo, aí coloquei na lista de lugares que queria visitar e mamãe também se interessou e, como havia tempo, lá fomos nós.


Essas colunas se encontram em um canto do parque. Não sei dizer o motivo de sua construção ou seu significado, mas dá um aspecto diferente e um tanto quanto histórico ao lugar.


Encontrei essa ponte lindinha lá, não é uma fofura? Não é uma ponte japonesa de Monet, mas é linda. Achei que deu um charme ao parque, sabe? Lá os parques são tão diferentes entre si, e tão diferentes daqui. Eu amo Curitiba e amo fotografar nos parques daqui, mas é interessante ver as diferenças. Parece que todo lugar lá em Paris tem algum diferencial, como as colunas da primeira foto ou uma ponte bonitinha no meio do parque. (Mas não me entendam mal, eu continuo amando muito o Tanguá).

Mas o que eu achei mais legal no parque foi ver quantos pais e mães levam seus filhos para brincar lá. Tem parquinho e um espaço com areia para as crianças brincarem, eu achei super bonitinho. É um parque super família. Também tinham muitas pessoas correndo e se exercitando, como em outros parques, mas eu achei muito legal esse espaço para as crianças.


E vocês repararam nas casas/prédios ali atrás? Eu achei legal que dá um ar parisiense à foto, sabe? Resumindo, o Monceau é um parque super charmosinho bem em meio a cidade. Adorei :)

No nosso penúltimo dia em Paris fomos visitar a Sacre Coeur, que é um igreja lindíssima, mas mais longe do centro e dos passeio clássicos que fizemos. Entramos na igreja, até assistimos um pedacinho da missa porque mamãe quis sentar lá um pouco, apesar de não entendermos nada. Se eu fosse religiosa seria uma experiência incrível, mas a igreja é linda por dentro e por fora, e foi no mínimo divertido ver o padre falando um monte de coisa enrolada que eu não entendia.


A Sacre Coeur fica no ponto mais alto da cidade, no bairro de Montmartre. Dizem que o bairro é super interessante, mas não chegamos a conhecê-lo. Depois de visitarmos a igreja, compramos algumas lembrancinhas nas inúmeras lojas de souvenirs que existem por ali. É o melhor lugar de Paris para comprar souvenirs. Tem muitas lojas, muitas miniaturas e roupas e acessórios em geral. Mamãe comprou lembrancinhas para a família e eu comprei uma miniatura da Sacre Coeur para a minha coleção.

Almoçamos ali perto, pegamos o metrô e fomos visitar a Sainte Chapelle. Essa capela foi construída com o objetivo de abrigar relíquias do cristianismo, como a suposta coroa de espinhos de Jesus Cristo, que eu não sei dizer a vocês se ainda está lá, porque aparentemente, hoje é apenas um ponto turístico.

A Sainte Chapelle se localiza no interior do Palácio da Justiça, ou seja, não é uma igreja como a Notre Dame ou a Sacre Coeur que você reconhece de longe (tanto que eu e minha mãe nos perdemos até descobrir isso).


Eu fiquei bem frustrada porque, apesar do nome, eu achei que fosse uma igreja, e tivesse missa assim como as outras já citadas e tudo o mais. Mas ela só é aberta para visitação e, apesar dos famosos vitrais serem realmente lindos, eu achei a capela meio abandonada. As paredes e o teto têm lindas decorações, mas as paredes estão meio descascadas e eu me frustrei por ter criado expectativas grandes demais sobre a capela.

Enfim, esses foram meus últimos passeios em Paris, porque no último dia não fizemos nada de diferente, mas amanhã falo um pouquinho para vocês e faço uma síntese da viagem todinha.

Beijinhos

Diário de Viagem: Jardim de Monet

Oi, gente!

Segunda-feira, dia 31, fomos ao Jardim de Monet, que fica numa cidadezinha chamada Giverny, a 75km de Paris.

O jardim é maravilhoso, como é de se esperar pelos quadros de Monet. Eu podia passar um dia todinho tirando fotos lá. No dia em que fomos, tivemos a grandessíssima sorte de começar a chover no meio do passeio, quando ainda estávamos conhecendo o jardim. Resultado? Fomos correndo para a Casa de Monet, onde também é possível entrar e visitar, fizemos a visita lá dentro, almoçamos e fomos embora. Podíamos ter aproveitado o jardim muito mais, mas a chuva estragou nossos planos, e não podíamos demorar muito para voltarmos a Paris.

Eu adoro tirar fotos de flores. Sempre que saio com a câmera em parques, praças etc, fico caçando flores bonitinhas para fotografar. E claro que no Jardim de Monet o que mais tinha eram flores bonitas para fotografar.

Consegui tirar umas fotos muito lindinhas e vou mostrar a vocês agora. Para todas elas eu dava um zoom bem grande e chegava bem pertinho da flor. Às vezes era difícil de focar por causa da grande proximidade, mas em geral foi tranquilo e eu fiquei bem feliz com o resultado.



Essa flor laranja foi uma das que eu mais gostei. Eu adoro laranja e na flor a cor está tão linda e vibrante, e eu achei sensacional que tem umas "mini-flores" dentro dela, repararam? Eu não entendo nada de botânica, como podem perceber, só acho tudo lindo.

Depois de ver tanta flor linda para fotografar num lugar só, eu comecei a desejar desesperadamente uma lente macro. Eu nunca tive muito interesse nesse tipo de lente, pretendia fotografar mais paisagens etc, mas agora com essa minha paixão por flores crescendo, dá para pensar em investir num daqueles filtros que imitam lente macro, porque a lente em si é, no mínimo, umas cinco vezes mais cara que a minha câmera.




A terceira foto acima, como vocês podem perceber (só clicar para ampliar), foi tirada depois da chuva. Acho fantástico tirar foto de pertinho assim das gotas de chuva, é uma coisa que com uma lente macro ficaria sensacional.


O que tenho a dizer sobre a flor ao lado é que, além de linda, ela parece um cata-vento.


A foto do girassol eu vou deixar grande aqui para vocês porque é a minha flor favorita de todos os tempos.

Finalizado com as flores, mostrarei um pouquinho mais da visão geral do jardim. Como a amiga da minha mãe disse, com um jardim como esse, não tinha como não se inspirar.


Eis a famosa ponte japonesa. Essa foto foi tirada logo que a chuva começou, e dá para ver que não foi uma chuvinha fraca. Sinceramente, para tirar mais fotos como essa, eu não me importaria de ficar ali tomando chuva.


















Na foto da direita há tipo um túnel de flores e tudo o mais, mas não é permitido atravessá-lo para não estragar as plantas, e lá ao fundo é a casa, que está na foto da direita. A foto da casa eu roubei do celular da mamis porque com a chuva e tudo o mais eu acabei esquecendo de fotografar a casa após a visita porque eu sou vacilona, mas ela é super bonitinha e rosa.

Enfim gente, tentei cumprir minha promessa e não consegui porque já é outro dia. Me desculpem, mas vocês viram que eu tentei. Não vou prometer nada para amanhã para não descumprir, então beijinhos e até qualquer hora!

sábado, 12 de setembro de 2015

Diário de Viagem: Paris - Tour de Ônibus

Oi, gente! Desculpem meu sumiço ontem, eu passei a tarde estudando no cursinho e cheguei em casa muuuuito cansada. Não tinha forças nem para abrir meu notebook e pensar em postar aqui. Repôr duas semanas de aula não está fácil, gente. Mas vamos lá.

Domingo, de volta em Paris, resolvemos pegar um daqueles ônibus de turismo para irmos em alguns pontos importantes que ainda não havíamos visitado. Fomos ao Louvre, pois era mais fácil para nós para irmos de metrô, e pegamos o ônibus lá. Foi nesse dia que tiramos as fotos lá fora, com a pirâmide e tudo o mais.

Ao pegarmos o ônibus, nossa primeira parada foi a Catedral de Notre Dame. Ficamos numa fila que andou bem rapidinho e entramos (gratuitamente) na igreja. Para subir no alto da igreja é necessário pagar, mas nós apenas visitamos ali embaixo mesmo.


Estava tendo missa, mas era possível visitar mesmo assim. Achei bem estranho na verdade, mas enfim. A igreja é super bonita e tudo o mais, tem vitrais lindos etc, mas não é algo extremamente interessante. Eu, sinceramente, a acho mais bonita por fora.

 

Nossa segunda parada foi na Champs Élysées, para irmos ao Arco do Triunfo. Fomos até lá, compramos nossos ingressos e subimos. Não são muuuitos degraus, mas a escada é em forma de caracol então dá para ficar bem tonto, é uma loucura.

Chegando lá em cima, é possível ver as doze ruas que caem no Arco do Triunfo, na foto abaixo é a Champs Élysées.


Quem já ouviu falar pelo menos um pouco sobre Paris sabe que essa é a rua mais famosa de lá, onde podemos encontrar algumas lojas mais "populares", como Zara, H&M, Sephora, e lojas mais caras, como a famosíssima Louis Vuitton, Tommy Hilfiger, Abercrombie & Fitch (só é barato nos EUA, gente), e até lojas de carros, com direito a carrões lindos girando na vitrine. Não posso deixar de citar também uma lojinha fofíssima da Disney e uma da Häagen-Dazs, onde eu comi três bolas de sorvete (morango, limão e caramelo com banana) sensacionais.

Acabamos passando a tarde toda na Champs -Élysées, almoçamos por lá depois de irmos no Arco, e então andamos bastante e entramos em algumas lojas. Quando fomos pegar o ônibus de turismo de novo, pretendíamos ir até a Sacre Coeur, mas já era fim de tarde e o ônibus parou num ponto final e deixamos para visitar a outra igreja no dia seguinte.


E essa era nossa vista sempre que precisávamos atravessar a rua de um lado para o outro. Uma das coisas mais lindinhas de Paris. Sempre tive uma admiração muito grande pelo Arco do Triunfo, que fica ainda mais lindo em meio a essas árvores tão bem cuidadas e a rua super bem asfaltada e bonitinha e tudo o mais.

Enfim, por hoje é isso. Amanhã tem passeio fora da cidade e não, não é Versalhes. Mas vou deixar vocês na curiosidade ;)

Beijinhos e até amanhã (prometo!).